Estou na barriga de um monstro
Não sei se fui engolido ou se estou sendo gerado
A sombra do horror me acalcanha
Só ouço ruídos absurdos, urros desgraçados.
Talvez eu esteja já no intestino grosso
A julgar pelo odor, fui digerido
Não sei se, então, de parto ou de desgosto
Cagado serei eu um morto vivo.
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